London on edge and police fill the street as public beheading stokes ethnic tensions
Residents of the southeast London neighbourhood where a British soldier was slaughtered in a terrorist attack yesterday reacted with unease at what the incident meant for immigrant relations.
Prime Minister David Cameron called the killing by two men wielding knives and meat cleavers a “betrayal of Islam” and warned against “knee-jerk responses.” In Woolwich, the area where the attack occurred outside an army barracks, residents said they were concerned at the effect it would have on a changing neighborhood.
“We are worrying so much about the problem of radicalism,” Saeed Omer, a 44-year-old resident of Woolwich who is Muslim and originally from Somalia, said in an interview. “Our communities will suffer.” (ITV screengrab // JUSTIN TALLIS/AFP/Getty Images)
bom…exausto e muito feliz…valeu,rapaziada!Bon sonhos e love love love e …vamos para o espaço!
(Source: yencid)
“Gente que se diz de esquerda e apoia privatização, corte de ponto e genocídio indígena, além de vibrar com ranking da Forbes.” via @m_caleiro
Jack,(Caucasian) White
(Source: cheshire-smiling-cat)
Anonymous asked: Sabe, você é um escritor maravilhoso. Espero que escreva mais livros.
Muito obrigado!Eu também!
Oi Lobão, beleza? Eu fiz um desenho simples mais ficou bonitinho de tu, espero que goste :)

kateoplis:Monte Fuji ao amanhecer
heythereuniverse:olha que espetáculo!
Antarctic neutrino observatory detects unexplained high-energy particles | Nature
Hot on the heels of detecting the two highest-energy neutrinos ever observed, scientists working with a mammoth particle detector buried in ice near the South Pole unveiled preliminary data showing that they also registered the signal of 26 additional high-energy neutrinos. The newfound neutrinos are somewhat less energetic than the two record-setters but nonetheless appear to carry more energy than would be expected if created by cosmic rays hitting the atmosphere—a prodigious source of neutrinos raining down on Earth. The particles thus may point to unknown energetic astrophysical processes deeper in the cosmos.
“The result right now is very preliminary,” cautions Nathan Whitehorn of the University of Wisconsin–Madison, who described the new data May 15 during a symposium in Madison on particle astrophysics. “We’re not totally certain right now that it’s from an astrophysical source.” But it is difficult to explain the number and energy of the detected particles by invoking known processes within the solar system. “If this does in fact hold up with more data, and this does turn out to be an astrophysical source, then we’ll be able to address some questions in ways that were totally inaccessible before,” Whitehorn adds.
Repasso o texto do Sr. Fabrício Carpinejar,um Escritor e Comunicador Gaúcho que nesta data expressou uma opinião interessante sobre a atitude do Governo Petista em relação à importação de médicos cubanos!Vale a pena
ler!
Carpinejar afirma: importar médicos cubanos é fazer terrorismo
O SIMERS reproduz o comentário do escritor Fabrício Carpinejar, feito em 21/5/2013, no programa Gaúcha Hoje, na Rádio Gaúcha:
“Bom dia Macedo, bom dia Jocimar, bom dia ouvintes. Eu sou contra importar 6 mil médicos cubanos para suprir carências nas prefeituras do País. É chantagear os médicos, Macedo. É como dizer: se vocês não querem o salário baixo, tem quem quer. É impor a desvalorização da categoria. É como dizer: se vocês não diminuírem as suas exigências, vão perder o posto de trabalho. É retornar ao início da revolução industrial. É defender a exploração, é jogar fora o diploma e o tempo de residência. É uma postura tirânica feita de ameaças. A absoluta ausência de plano de carreira vai gerar um efeito dominó. Se os calçadistas se mostrarem descontentes com o salário, vamos importar, Macedo, 6 mil chineses? Se a equipe de ginástica se mostrar descontente com o apoio financeiro, vamos importar ginastas russos? Se os vinicultores se mostrarem descontentes com os benefícios, vamos importar lavradores chilenos! Se a escola de samba se mostrar descontente com o incentivo de carnaval, vamos importar mexicanos! Se os operadores do call center entrarem em greve, vamos importar telefonistas da Índia! Se os jornalistas, Macedo, se mostrarem descontentes com seu piso, vamos importar argentinos! Eu acho que é terrorismo de última categoria.
Como afirmava a saudosa Margaret Thatcher, a Dama de Ferro: Eu não converso com terroristas. Hahahaha.
1. Alexandre Garcia e a Revolução de 64.
Gostaria de dizer algumas coisas sobre o que aconteceu no dia 31/03/1964
e nos anos que se seguiram. Porque concluo, diante do que ouço de pessoas em
quem confio intelectualmente, que há algo muito errado na forma como a
história é contada.
Nada tão absurdo, considerando as balelas que ouvimos sobre o
“descobrimento” do Brasil ou a forma como as pessoas fazem vistas grossas
para as mortes e as torturas perpetradas pela Igreja Católica durante
séculos. Mas, ainda assim, simplesmente não entendo como é possível que esse
assunto seja tão parcial e levianamente abordado pelos que viveram aqueles
tempos e, o que é pior, pelos que não viveram.
Nenhuma pessoa dotada de mediano senso crítico vai negar que houve
excessos por parte do Governo Militar. Nesta seara, os fatos falam por si e
por mais que se tente vislumbrar certos aspectos sob um prisma eufemístico,
tortura e morte são realidades que emergem de maneira inegável.
Ocorre que é preciso contextualizar as coisas. Porque analisar fatos
extirpados do substrato histórico-cultural em meio ao qual eles foram
forjados é um equívoco dialético (para os ignorantes) e uma desonestidade
intelectual (para os que conhecem os ditames do raciocínio lógico). E o que
se faz com relação aos Governos Militares do Brasil é justamente ignorar o
contexto histórico e analisar seus atos conforme o contexto que melhor serve
ao propósito de denegri-los.
Poucos lembram da Guerra Fria, por exemplo. De como o mundo era
polarizado e de quão real era a possibilidade de uma investida comunista em
território nacional. Basta lembrar de Jango e Janio; da visita à China; da
condecoração de Guevara, este, um assassino cuja empatia pessoal abafa sua
natureza implacável diante dos inimigos.
Nada contra o Comunismo, diga-se de passagem, como filosofia. Mas creio
que seja desnecessário tecer maiores comentários sobre o grau de
autoritarismo e repressão vivido por aqueles que vivem sob este sistema.
Porque algumas pessoas adoram Cuba, idolatram Guevara e celebram Chavez,
até.
Mas esquecem do rastro de sangue deixado por todos eles; esquecem as
mazelas que afligem a todos os que ousam insurgir-se contra esse sistema tão
“justo e igualitário”. Tão belo e perfeito que milhares de retirantes
aventuram-se todos os anos em balsas em meio a tempestades e tubarões na
tentativa de conseguirem uma vida melhor.
A grande verdade é que o golpe ou revolução de 1964, chame como queira,
talvez tenha livrado seus pais, avós, tios e até você mesmo e sua família de
viver essa realidade. E digo talvez, porque jamais saberemos se isso, de
fato, iria acontecer. Porém, na dúvida, respeito a todos os que não
esperaram sentados para ver o Brasil virar uma Cuba.
Respeito, da mesma forma, quem pegou em armas para lutar contra o
Governo Militar. Tendo a ver nobreza nos que renunciam ao conforto pessoal
em nome de um ideal. Respeito, honestamente.
Mas não respeito a forma como esses “guerreiros” tratam o conflito. E
respeito menos ainda quem os trata como heróis e os militares como vilões. É
uma simplificação que as pessoas costumam fazer. Fruto da forma dual como
somos educados a raciocinar desde pequenos. Ainda assim, equivocada e
preconceituosa.
Numa guerra não há heróis. Menos ainda quando ela é travada entre
irmãos. E uma coisa que se aprende na caserna é respeitar o inimigo.
Respeitar o inimigo não é deixar, por vezes, de puxar o gatilho.
Respeitar o inimigo é separar o guerreiro do homem. É tratar com
nobreza e fidalguia os que tentam te matar, tão logo a luta esteja acabada.
É saber que as ações tomadas em um contexto de guerra não obedecem à ética
do dia-a-dia. Elas obedecem a uma lógica excepcional; do estado de
necessidade, da missão acima do indivíduo, do evitar o mal maior.
Os grandes chefes militares não permanecem inimigos a vida inteira.
Mesmo os que se enfrentam em sangrentas batalhas. E normalmente se encontram
após o conflito, trocando suas espadas como sinal de respeito. São vários os
exemplos nesse sentido ao longo da história. Aconteceu na Guerra de
Secessão, na Segunda Guerra Mundial, no Vietnã, para pegar exemplos mais
conhecidos. A verdade é que existe entre os grandes Generais uma relação de
admiração.
A esquerda brasileira, por outro lado, adora tratar os seus
guerrilheiros como heróis. Guerreiros que pegaram em armas contra a
opressão; que sequestraram, explodiram e mataram em nome do seu ideal.
E aí eu pergunto: os crimes deles são menos importantes que os
praticados pelos militares? O sangue dos soldados que tombaram é menos
vermelho do que o dos guerrilheiros? Ações equivocadas de um lado desnaturam
o caráter nebuloso das ações praticadas pelo outro? Penso que não. E vou
além.
A lei de Anistia é um perfeito exemplo da nobreza que me referi
anteriormente. Porque o lado vencedor (sim, quem fica 20 anos no poder e sai
porque quer, definitivamente é o lado vencedor) concedeu perdão amplo e
irrestrito a todos os que participaram da luta armada. De lado a lado. Sem
restrições. Como deve ser entre cavalheiros. E por pressão de Figueiredo,
ressalto, desde já. Porque havia correntes pressionando por uma anistia
mitigada.
Esse respeito, entretanto, só existiu de um lado. Porque a esquerda,
amargurada pela derrota e pela pequenez moral de seus líderes nada mais fez
nos anos que se seguiram, do que pisar na memória de suas Forças Armadas. E
assim seguem fazendo.
Jogando na lama a honra dos que tombaram por este país nos campos de
batalha. E contaminando a maneira de pensar daqueles que cresceram ouvindo
as tolices ditas pelos nossos comunistas. Comunistas que amam Cuba e Fidel,
mas que moram nas suas coberturas e dirigem seus carrões. Bem diferente dos
nossos militares, diga-se de passagem.
Graças a eles, nossa juventude sente repulsa pela autoridade. Acha
bonito jogar pedras na Polícia e acha que qualquer ato de disciplina encerra
um viés repressivo e antilibertário. É uma total inversão de valores. O que
explica, de qualquer forma, a maneira como tratamos os professores e os
idosos no Brasil.
Então, em 31 de março, celebrarei aqueles que se levantaram contra o
mal iminente. Celebrarei os que serviram à Pátria com honra e abnegação.
Celebrarei os que honraram suas estrelas e divisas e não deixaram nosso país
cair nas mãos da escória moral que, anos depois, o povo brasileiro resolveu
por bem colocar no Poder.
Bem feito. Cada povo tem os políticos que merece.
Se você não gosta das Forças Armadas porque elas torturaram e mataram,
então, seja, pelo menos, coerente. E passe a nutrir o mesmo dissabor pela
corja que explodiu sequestrou e justiçou, do outro lado. Mas tenha certeza
que, se um dia for necessário sacrificar a vida para defender nosso
território e nossas instituições, você só verá um desses lados ter honradez
para fazê-lo.
genghisfuckingkhan:é hoje que faremos uma noitada excelente na Saraiva/Ibirapuera para o lançamento em SP do MNTN!!!Todo mundo lá à partir das 19 hs!
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roachpatrol:Bom dia,rapaziada!!!
Smeared Sky
Ontario, Canada-based photographer Matt Molloy has begun a experiment with time-lapse sequences. It’s created by digitally stacking 100 to 200 photographs—to reveal that the blue yonder isn’t always blue in his picturesque, painting-like photographs.
Oh my GOD.
bem…só pra reiterar„,boa noite,lindinhos!!!!e vamos para o espaço!!!